quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Não resisti
Like a desert sun that burns my skin
I've been waiting for her for so long
Open the sky and let her come down
Here comes the rain
Here comes the rain
Here she comes again
Here comes the rain
Hot sticky scenes, you know what I mean
Like a desert sun that burns my skin
I've been waiting for her for so long
Open the sky and let her come down
Here comes the rain
Here comes the rain
Here she comes again
Here comes the rain
Ilove the rain
I love the rain
Here she comes again
Here comes the rain
Oh, rain
Rain
Rain
Oh, here comes the rain
I love the rain
Well, I love the rain
Here she comes again
I love the rain
Rain
Rain
The Cult
A um passo do Natal
Mas, apesar de não gostar desta época, quero desejar a todos um Feliz Natal:)
Okkkkkkkk????!!!
"We wish a Merry Christmas, we wish a Merry Christmas
and a Happy New Year"!!!.......
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Stayin' Alive 1977
Tinha 4 anitos e já ouvia Bee Gees:))
Inesquecíveis, o corte de cabelo e as calças justas á boca de sino.
Great song!! Great time!!
http://br.youtube.com/watch?v=OCAjmuA1HDk
Who's gonna drive you home?
It's too late
Who's gonna tell you things
Aren't so great
You can't go on
Thinking nothing's wrong, but bye
Who's gonna drive you home tonight
Who's gonna pick you up
When you fall
Who's gonna hang it up
When you call
Who's gonna pay attention
To your dreams
Who's gonna plug their ears
When you scream
You can't go on
Thinking nothing's wrong
Who's gonna drive you home tonight
Who's gonna hold you down
When you shake
Who's gonna come around
When you break
You can't go on
Thinking nothing's wrong
Who's gonna drive you home tonight
Oh you know you can't go on
Thinking nothing's wrong
Who's gonna drive you home tonight
By The Cars :)
A música na minha vida está quase sempre relacionada com algum momento especial. Esta é uma delas. You..
sábado, 6 de dezembro de 2008
Saudades da minha cidade

sábado, 8 de novembro de 2008
Queimada Gallega: conoces?
Fonte Fotográfica: Josep Olivella
.."A queimada é unha bebida alcohólica galega inventada arredor do século XII. O ritual da preparación está dirixido a afastar os malos espíritos e as meigas que, segundo a tradición, asexan os homes e mulleres para tentar maldicilos, ben sexa por diversión, por vinganza ou por calquera outro motivo. Calquera ocasión é boa para realizar unha queimada: unha festa, reunións familiares ou de amigos. Tras a cea, na escuridade da noite (que é un dos mellores momentos para realizala), os comensais reúnense arredor do pote no que se elabora, preferibelmente coas luces apagadas, para animar os corazóns e estreitar os lazos de amizade. Un deles encárgase de darlle o toque final erguendo cun cazo o líquido en chamas e deixándoo caer pouco a pouco no recipiente mentres pronuncia o conxuro, o que crea un ambiente moi especial.
Os seus ingredientes principais son a augardente e o azucre ós que xeralmente se lles bota tamén casca de limón ou laranxa, uns poucos grans de café sen moer. Á mestura pódenselle engadir cachos de mazá, uvas ou algún outro ingrediente, os cales se engaden de forma independente segundo a tradición da zona."
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Santarém
sábado, 4 de outubro de 2008
Quarteto de saxofones
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Fuck You Mediocre Society!!!
deixem-me juntar ao movimento de rua,
deixem-me ser " hip hop"
sempre que assim tiver vontade,
deixem-me expressar a revolta,
a repugnância,
deste mundo selvagem de falsidade e interesse,
onde aquilo que é valorizado é a posição social,
o poder,
e não apenas o ser humano.
P. Ferreira
terça-feira, 30 de setembro de 2008
A noite
o silêncio...
A lua lá bem no alto oferece
mais uma noite de mistério
e sedução...
A coruja,
inesquecível, temível, deslumbrante...
O vento que percorre cada canto,
cada ramo, cada árvore, cada monte...
suavemente, rudemente, silenciosamente...
Pássaros desconhecidos cantam.
Sombras irreconhecíveis movem-se na escuridão.
Romance no ar, sensações nos corpos,
paixões nos corações...
As estrelas no horizonte brilham mais intensamente,
e eu, só eu,
me deixo deslumbrar,
por ti...
ò noite.
P.Ferreira
Ai Paris, Paris, Paris...
L'instinct te guide...toi tu suis!
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Back to 70's!!!
domingo, 28 de setembro de 2008
Está sempre comigo

Ele havia nascido algures antes
Agora estava ali
Fartou-se do gelo,
da hibernação,
moveu-se, esticou-se
e de pé, subiu.
A vida acordava o silêncio
até que ele estava já longe,
lá em cima.
O céu ainda branco,
o calor vinha de dentro
e o espaço era imenso
vazio, grande...
O som compassado,
até que ele é puxado,
sensação estranha,
aquilo que o vencia.
Trazia mais frio, e as asas
batiam sem avançar.
Rendeu-se, deixou-se ir.
A vertigem do voo era maior.
Já não era rendição,
era cumplicidade.
O momento era grande,
o maior possível.
Chegou onde não se dirigia
e ainda era,
e foi até não ser mais,
algures...depois.
M.Cabral
Momentos
provoca em mim uma sensação de liberdade,
quero elevar-me,
tornar-me águia
e sentir o infinito espaço que me toca.
Quero senti-lo em meus voos cruzados...
Observar,
de longe,
os primeiros raios de sol,
que espreitam pelo recorte
ainda negro da montanha.
É o fim de mais uma noite adormecida,
onde tudo morre,
onde a dor e o vazio caiem,
vencidos pelo corpo enfraquecido.
Acordo numa outra era,
esqueço o tormento e vivo,
somente,
o que em minha alma mais importa...
mas num impulso tudo volta com a manhã,
a incerteza de mais um dia...
P.Ferreira
Soltas de Literatura Galega
..." Os sucesos non se borram, as palabras non se esquecen, as décisions que se toman nun momento dado teñen xa, para sempre, carácter irrevogable."
..." Por veces sénteste mal, invádete por dentro un baleiro que te afoga, unha angustia sen apelación que non podes expresar en palabras. Pensas que es un home calquera que xa ten a maior parte dos anos gastados. Pero en poucos días recuperas unha certa conformidade coa vida e segues aí, nese piso alto, agardando. Agardando algo, non sabes qué, que lle dea sentido a esta existencia."
..." Aquel venres de primeros de novembro espertou violento, ventoso. Nesa época do ano a cidade vive no interior da chuvia. Por veces chega desde o mar unha densidade de vida putrefacta, unha nostalxia de distancias remotas. As cidades con mar están sempre abertas ó infinito, coa promesa doutros horizontes, coa lembranza de aventuras e naufraxios."
..." O amor e o odio están tan próximos que non sabemos establecer barreiras."
Pablo Vaamonde in " O mes de Abril".














